Casos de maus-tratos a animais batem recorde em SP; denúncias de criação irregular crescem 5 vezes

  • 09/05/2026
(Foto: Reprodução)
Denúncias de criação irregular de animais crescem mais de 5 vezes em 2025 em SP O número de denúncias relacionadas a maus-tratos e condições inadequadas de criação de animais domésticos disparou em São Paulo nos últimos anos. Os dados mais recentes indicam um crescimento expressivo, especialmente na capital paulista, e revelam um cenário que combina a persistência de práticas de negligência no cuidado com os animais com a maior conscientização da população em denunciar. Na cidade de São Paulo, os registros de criação inadequada saltaram de 1.976 em 2024 para 10.912 em 2025, um aumento de mais de cinco vezes. Neste ano, até 29 de março, já foram contabilizados 2.134 protocolos, número superior ao total de 2024. Os casos de maus-tratos no estado também avançaram. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), foram 20.916 denúncias registradas pela Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa) em 2025, o maior número da série histórica. A maioria das vítimas é pet, ou seja, cachorros e gatos. Especialistas atribuem a alta à maior conscientização da população e à ampliação dos canais digitais (leia mais abaixo). "Um caso bastante marcante envolveu um homem que, após se irritar com um cachorro do vizinho, que latia com frequência, acabou praticando um ato extremo de violência. Ele lançou o animal contra um vergalhão de obra, daqueles utilizados em construção, o que causou a morte por transfixação. A investigação permitiu a identificação e qualificação do autor, que foi indiciado pelo crime de maus-tratos com resultado morte", diz a delegada Francine Gonçalves, titular da 3ª Delegacia de Polícia de Crime contra os Animais Neste ano, apenas no primeiro bimestre, já foram 4.783 denúncias relacionadas a crimes contra animais. Segundo a pasta, os casos mais comuns envolvem cães e gatos e, em geral, estão ligados a negligência e abandono. Maus-tratos animais bate recorde em São Paulo Arte/g1 📍Onde os registros mais cresceram na capital A distribuição territorial dos protocolos de criação irregular ajuda a mostrar como a demanda se espalhou pela cidade. Em 2026, até 29 de março, Jardim dos Manacás liderava o número de registros, com 61 protocolos. Na sequência aparecem Vila Bela (24), Lageado (18), Americanópolis (17), Morro do Índio (17), Vila Granada (15), Vila Medeiros (14), Butantã (13), Colônia (13) e Ipiranga (13). Em 2025, com o recorte completo do ano, o volume de denúncias ficou concentrado na Zona Sul paulistana: Santo Amaro: 539 registros Jardim das Flores: 400 registros Jardim Ângela: 330 registros Parque Amazonas: 228 registros Parque Maria Fernandes: 193 registros Outros bairros com alta incidência incluem Parque Brasil (173), Parque do Lago (123), Jardim São Gonçalo (97) e o Conjunto Habitacional Águia de Haia (83). Em 2024, os números foram mais baixos e distribuídos de forma diferente: Parque Brasil: 62 registros Jardim Ângela: 52 registros Parque Maria Fernandes: 41 registros Itaquera: 39 registros Jardim São Gonçalo: 38 registros Em seguida, aparecem Cidade Líder (34), Jardim das Flores (30), Parque São Domingos (25), Cidade Antônio Estêvão de Carvalho (24) e Parque do Lago (24). Denúncias de criação irregular de animais cresceram mais de 5 vezes em 2025 na capital paulista Arte/g1 Denúncias de criação irregular de animais cresceram mais de 5 vezes em 2025 na capital paulista Divulgação/SMS O serviço municipal responsável pelos atendimentos não tem natureza policial. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), os protocolos registrados pelo SP156 dão origem à avaliação das condições sanitárias de manutenção e alojamento dos animais. As equipes realizam orientações preventivas aos responsáveis e, quando necessário, aplicam medidas administrativas. Já os casos que configuram maus-tratos são encaminhados ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, responsável pela investigação desse tipo de crime. 🚨 Quando a criação inadequada vira maus-tratos A legislação brasileira estabelece que a forma como um animal é mantido pode, dependendo das condições, configurar crime. No âmbito municipal, situações consideradas inadequadas incluem manter animais: em espaços incompatíveis com o porte ou a espécie; em contato direto ou indireto com outros animais portadores de doenças transmissíveis; sem condições que garantam saúde, bem-estar e comportamento adequado. O Estatuto de Proteção, Defesa e Controle das Populações de Animais Domésticos do Município de São Paulo, por sua vez, considera maus-tratos qualquer ação ou omissão que cause dor ou sofrimento, como: falta de água ou alimentação; trabalhos excessivos ou superiores às forças do animal; agressões físicas e mentais; abandono; manutenção em locais sem limpeza. Na esfera criminal, o enquadramento é definido pelo artigo 32 da Lei Federal 9.605. A norma prevê punição para atos de abuso, ferimentos ou mutilação. Nos casos envolvendo cães e gatos, a pena é de reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição da guarda, podendo ser aumentada se houver morte do animal. Denúncias de criação irregular de animais cresceram mais de 5 vezes em 2025 na capital paulista Kaique Mattos/g1 A delegada Francine avalia que o aumento das denúncias está diretamente relacionado à mudança de comportamento da sociedade. Esse aumento está muito ligado à conscientização da população. Hoje, as pessoas entendem melhor que os animais são protegidos por lei e se sentem mais responsáveis por denunciar. Segundo ela, a maioria das ocorrências ainda envolve situações de negligência cotidiana. “As situações mais comuns são de negligência: falta de água, alimentação, abrigo adequado e ausência de atendimento veterinário quando o animal está doente ou ferido. Também recebemos muitos casos de abandono, agressões físicas e acúmulo de animais em condições precárias”, destaca a delegada. Ao explicar o enquadramento penal, ela ressalta que o sofrimento do animal não precisa decorrer de violência explícita para configurar crime. "É importante destacar que é um crime doloso. Isso significa que a pessoa tem que ter consciência do que está fazendo ou, no mínimo, assume o risco de causar sofrimento. Por exemplo: quando alguém deixa um animal sem água, sem comida ou sem cuidados básicos, essa pessoa sabe — ou deveria saber — que isso causa dor e sofrimento. Não é um erro sem intenção, é uma conduta consciente", diz. Ela também detalha o ponto em que uma criação inadequada deixa de ser apenas uma irregularidade administrativa e passa a ser tratada como infração penal. “A criação inadequada passa a ser considerada maus-tratos quando ultrapassa o limite do manejo imperfeito e passa a causar sofrimento ao animal, como quando há constante falta de água, alimentação, abrigo adequado, higiene ou assistência veterinária, ou quando o animal é mantido em condições incompatíveis com suas necessidades", afirma. Segundo ela, o ponto central é o sofrimento evitável. "Quando o responsável percebe que aquela situação causa dor, estresse ou risco à saúde do animal e, ainda assim, não toma providências, estamos diante de uma conduta que pode caracterizar o crime”, destaca. Denúncias de criação irregular de animais cresceram mais de 5 vezes em 2025 na capital paulista Kaique Mattos/g1 🔍 Desafios na investigação Na investigação, um dos principais desafios é transformar a denúncia em prova técnica. A polícia pode fazer diligências no local, verificar o estado do animal, ouvir testemunhas e solicitar laudos veterinários. Ainda assim, a produção probatória nem sempre é simples, especialmente porque muitos casos ocorrem dentro de residências. “Um dos principais desafios é a prova técnica, especialmente os laudos veterinários que comprovam o sofrimento do animal. Além disso, muitos casos acontecem dentro de residências, o que dificulta bastante. Também enfrentamos limitações de efetivo diante de uma demanda crescente”, afirma a delegada. Para ela, sem a participação da população, boa parte desses crimes sequer chegaria ao conhecimento das autoridades. “A denúncia é fundamental. Esses crimes, na maioria das vezes, acontecem longe da vista das autoridades. Sem a participação da população, muitos casos não chegariam ao conhecimento da polícia. Denunciar é um ato essencial para proteger os animais e garantir a responsabilização dos autores”, ressalta Francine. ⚠️Os casos aumentaram ou as denúncias ficaram mais frequentes? Para organizações de proteção animal, o crescimento dos registros reflete tanto o aumento da conscientização quanto a maior exposição dos casos nas redes sociais e plataformas digitais. A gerente de projetos do Instituto Ampara Animal, Rosângela Gebara, afirma que ainda não é possível determinar com precisão se os casos de maus-tratos aumentaram proporcionalmente na mesma velocidade das denúncias. Na verdade, há aumento muito grande nas denúncias e na divulgação desse tipo de crime nas mídias sociais, nos sites de notícia e na televisão. A gente não sabe ao certo se os casos aumentaram de verdade ou se realmente a sociedade está cada vez mais atenta e denunciando mais esse tipo de crime. Segundo ela, práticas como abandono, negligência e violência sempre existiram, mas hoje há maior compreensão social sobre o que caracteriza maus-tratos. “As pessoas estão mais conscientes e conseguindo entender que deixar um animal preso na corrente, sem água, sem comida ou abandonado também é maus-tratos”, diz. Rosângela aponta que o abandono segue como uma das situações mais recorrentes acompanhadas por ONGs e protetores independentes. “As pessoas muitas vezes compram ou adotam animais por impulso, não promovem a castração e depois abandonam os filhotes ou os próprios animais”, explica. Ela também cita casos frequentes de negligência física e emocional. “Animais mantidos sob corrente, sem alimentação adequada, sem atendimento veterinário, sem carinho, sem atenção. Tudo isso leva a baixíssimos níveis de bem-estar”, afirma. Cão participa de protesto virtual Beatriz Melo/Arquivo Pessoal 🌐 Violência contra animais também avança no ambiente digital Além dos casos presenciais, organizações de proteção animal alertam para o crescimento de conteúdos violentos envolvendo animais na internet. Segundo o Instituto Ampara Animal, mais de 83 mil links com cenas de crueldade e tortura animal foram identificados em plataformas digitais internacionais em 2024. Dados apresentados pelo Núcleo de Observação e Análise Digital (NOAD), da Polícia Civil de São Paulo, também apontam que, somente no Brasil, entre 10 e 15 animais são torturados, em alguns casos até a morte, todas as noites durante transmissões ao vivo na internet, muitas delas acompanhadas por centenas de pessoas, incluindo menores de idade. Rosângela Gebara afirma que o cenário preocupa especialmente pela participação de crianças e adolescentes nesses grupos. “O que mais nos chamou atenção foi a participação de adolescentes, principalmente meninos entre 11 e 13 anos, cooptados para participar de desafios envolvendo violência contra animais”, afirma. Segundo ela, muitos desses jovens acabam entrando em contato com conteúdos extremos de crueldade em grupos digitais e plataformas online. “É triste pensarmos que crianças tão jovens participem disso. Tivemos até o caso de uma criança de seis anos que participou de um desafio e promoveu um crime contra animal”, diz. Filhotes de gatos são os principais alvos de tortura em lives, diz polícia de SP Um dos casos considerados mais emblemáticos pelas organizações de proteção animal foi relatado pela delegada Lisandrea Salvariego, do NOAD. Segundo ela, uma transmissão ao vivo previamente agendada em uma plataforma digital reuniu mais de 800 pessoas para acompanhar a tortura de um filhote de gato. De acordo com a delegada, antes do início da live, houve tentativa de acionar a plataforma para derrubar o servidor, mas o conteúdo permaneceu no ar. Durante a transmissão, o animal teve as patas mutiladas e agulhas introduzidas nos olhos enquanto ainda estava vivo. “Ele gritava de dor e o grito era abafado por uma toalha de banho”, relatou De acordo com a representante da ONG, parte desses conteúdos circula inicialmente em redes sociais tradicionais e depois migra para grupos fechados em plataformas de conversa e comunidades online. Muitos jovens acabam sendo atraídos por discursos de validação dentro desses grupos. “Muitas vezes os meninos entram por um discurso de pertencimento, de fazer parte de um grupo, de provar a sua masculinidade, de provar que não são covardes”, explica. O instituto defende uma atuação mais rigorosa das plataformas digitais na identificação e remoção rápida desse tipo de conteúdo, além do fortalecimento de mecanismos de monitoramento e denúncia para impedir a circulação de cenas de crueldade contra animais na internet. 📈 Crescimento da população pet e mudança cultural O aumento das denúncias também acontece em um contexto de crescimento da população de animais domésticos no Brasil e de transformação da relação entre tutores e pets. Segundo levantamento do Instituto Quaest, divulgado em 2024, o Brasil é o terceiro país com maior população de animais de estimação no mundo. Enquanto o número médio de pessoas por residência caiu de 3,62 em 2003 para 2,8 em 2022, a presença de pets nas casas brasileiras cresceu e chegou a uma média de 2,3 animais por domicílio. Uma pesquisa conduzida por Clécia Satel, pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, também aponta expansão acelerada do setor pet e aumento dos gastos das famílias com animais nas últimas décadas. Entre 2002 e 2018, o gasto médio das famílias brasileiras com animais de estimação aumentou 145%, passando de R$ 8,32 para R$ 20,42. O cálculo considera diferentes perfis de famílias, incluindo arranjos sem animais de estimação. O estudo ainda indica que os animais passaram a ocupar um papel mais central nas dinâmicas familiares, fenômeno conhecido como “pet parenting”, no qual cães e gatos são tratados como integrantes da família. Na capital paulista, os números de microchipagem e registro animal também cresceram nos últimos anos. Segundo a Coordenadoria de Saúde e Proteção ao Animal Doméstico (Cosap), foram registrados: 98.616 animais em 2021; 102.755 em 2022; 105.015 em 2023; 120.368 em 2024; 133.995 em 2025. Na capital paulista, os números de microchipagem e registro animal cresceram nos últimos anos Reprodução/EPTV 🐾 Guarda responsável e rede de proteção Além da repressão policial e da fiscalização sanitária, a cidade de São Paulo mantém uma rede de serviços voltados à proteção e ao bem-estar dos animais domésticos. As iniciativas são coordenadas pela Secretaria Municipal da Saúde incluem castração gratuita, vacinação, registro, adoção e atendimento veterinário público. A coordenadora da Coordenadoria de Saúde e Proteção ao Animal Doméstico (Cosap), Analy Xavier, destaca que todas essas políticas partem do princípio de guarda responsável. “Guarda responsável é assegurar a saúde física e mental, a segurança e o bem-estar dos animais. Ou seja, garantir um local adequado pra que esse animal possa viver”, afirma. As iniciativas são coordenadas pela Secretaria Municipal da Saúde e incluem castração gratuita, vacinação, registro, adoção e atendimento veterinário público Divulgação/SMS 🏥 Castração gratuita Um dos principais serviços oferecidos pela Prefeitura é a castração gratuita de cães e gatos. O procedimento é realizado por meio do Programa Permanente de Controle Reprodutivo, disponível para moradores da capital. Além da cirurgia, os animais atendidos já saem vacinados, microchipados e registrados. Desde a criação do programa, mais de 1,7 milhão de animais foram esterilizados na cidade. Segundo a Secretaria da Saúde, animais esterilizados vivem mais, fogem menos, ficam mais calmos e marcam menos território. A esterilização cirúrgica também reduz o risco de doenças do aparelho reprodutor, como tumor de mama e próstata. 🪪 Registro e identificação dos animais O Registro Geral do Animal (RGA) é obrigatório no município para cães e gatos com mais de três meses de idade. O documento funciona como uma identificação oficial do pet, reunindo informações sobre o animal e o tutor. A carteirinha pode ser solicitada de forma online, pelo Portal SP156, ou presencialmente nas praças de atendimento. Após o cadastro, o animal recebe uma plaqueta com o número de identificação, que deve permanecer presa à coleira, enquanto o documento é enviado por e-mail ao tutor, com opção de download para impressão. 💉 Vacinação e prevenção de doenças A capital conta com 20 postos fixos de vacinação antirrábica distribuídos em todas as regiões. A imunização é gratuita e deve ser feita anualmente. A medida é considerada essencial para o controle da raiva, uma doença que pode ser transmitida aos seres humanos e que representa risco à saúde pública. Denúncias de criação irregular de animais cresceram mais de 5 vezes em 2025 na capital paulista Divulgação/SMS 🐶 Adoção e responsabilidade dos tutores O município também mantém um centro de adoção com mais de 290 animais disponíveis, entre filhotes e adultos. Todos são entregues já vacinados, castrados, microchipados e registrados. O processo de adoção inclui entrevista, análise de perfil e acompanhamento posterior para reduzir devoluções e novas situações de abandono. Para adotar, é necessário apresentar RG, CPF e comprovante de residência recente, além do pagamento de uma taxa pública de R$ 35,80. O interessado também deve levar coleira e guia, no caso de cães, ou caixa de transporte para gatos. No caso dos felinos, é obrigatório que o imóvel tenha telas de proteção em janelas e varandas ou outras medidas que impeçam o acesso do animal à rua. Um dos focos da política pública é incentivar a adoção de animais idosos, que costumam permanecer mais tempo nos abrigos. Quem adota um pet com mais de oito anos na cidade de São Paulo recebe o cartão Cuida Bem Idoso, que garante benefícios. “Quem mora em São Paulo e adota no Centro Municipal de Adoção um cão ou gato idoso recebe esse cartão que dá direito a atendimento prioritário e vitalício em qualquer um dos hospitais veterinários públicos da capital”, explica a coordenadora da Cosap. 🏥 Hospitais veterinários públicos A cidade conta com quatro hospitais veterinários públicos distribuídos nas zonas leste, norte, sul e oeste. As unidades oferecem consultas, exames, cirurgias e internação. Ao todo, são oito especialidades: oftalmologia, cardiologia, endocrinologia, neurologia, oncologia, ortopedia, dermatologia e cirurgia buco-maxilo. O atendimento é voltado principalmente à população de baixa renda e segue critérios de prioridade para casos de urgência e emergência. O funcionamento dos hospitais varia de acordo com a unidade: Zona Leste (Tatuapé): atendimento 24 horas, todos os dias Zona Sul (Jurubatuba): atendimento diário, das 7h às 17h Zona Norte (Casa Verde): de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h Zona Oeste (Butantã): de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h Denúncias de criação irregular de animais cresceram mais de 5 vezes em 2025 na capital paulista Divulgação/SMS 📢 Como denunciar Na capital, condições inadequadas de criação de animais domésticos podem ser denunciadas pelo Portal SP156, também disponível por telefone e de forma presencial nas Praças de Atendimento das Subprefeituras. Já as denúncias de maus-tratos devem ser registradas junto ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania. No estado, a ocorrência pode ser comunicada ainda pela Delegacia Eletrônica de Proteção Animal. Em casos de flagrante, a orientação é chamar a Polícia Militar pelo 190. * Sob supervisão de Cíntia Acayaba, Fernanda Calgaro e Paula Lago

FONTE: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/05/09/casos-de-maus-tratos-a-animais-batem-recorde-em-sp-denuncias-de-criacao-irregular-crescem-5-vezes.ghtml


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